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FMI pede que o G20 reflita sobre a regulação financeira mundial

O Fundo Monetário Internacional publicou neste domingo uma carta na qual seu diretor-gernte pede aos chefes de Estado do Grupo dos 20 países industrializados e emergentes que reflitam sobre a regulação financeira mundial, com um papel preponderante para o FMI.

AFP |

"A concepção da regulação financeira exige ser revisada, inclusive para cobrir aspectos que foram deixados de lado, construindo sobre o trabalho já realizado pelo Forum de Estabilidade Financiera" (ministérios das Finanças, bancos centrais e autoridades reguladoras financeiras de 12 países, mais algumas instituições internacionais)", afirmó Dominique Strauss-Kahn na carta datada de quinta-feira passada.

"A crise destacou a importância de que a colocação em prática em última instância seja realizada pelas autoridades nacionais sujeitas à supervisão de um corpo ou uma rede de instituições que controle as implicações sistêmicas a nível dos instrumentos financeiros, dos mercados e dos países", acrescentou.

O funcionário enfatizou a atribuição de um papel central à instituição multilateral que dirige.

"Todo sistema de alerta rápido para detectar perigos iminentes para a economia mundial devem encontrar uma maneira de instrumentalizr a propagação do conhecimento financeiro internacional e nacional", segundo Strauss-Kahn.

Na conclusão de sua reunião neste fim de semana em São Paulo, o G20 decidiu "dar todos os passos necessários para restabelecer a confiança nos mercados e a estabilidade e pediu mais voz e representação dos países emergentes" nas instituições financeiras internacionais.

Os ministros da Economia e os presidentes dos bancos centrais das maiores economias do mundo e dos países emergentes do Grupo dos 20 fecharam sua X Reunião sem propostas concretas, mas dispostas a fazer o necessário para vencer a crise.

Segundo o ministro brasileiro Guido Mantega, as primeiras medidas contra a crise financeira internacionais demorarão de um a três meses para ter efeito.

O G20 vai se reunir novamente em Washington na próxima sexta e sábado para dar continuidade às discussões sobre a crise que afeta os mercados mundiais.

O grupo é formado pelos países do G-8 (Alemanha, França, Estados Unidos, Japão, Canadá, Itália, Reindo Unido mais a Rússia), assim como Brasil, Argentina, México, China, Índia, Austrália, Indonésia, Arábia Saudita, África do Sul, Coréia do Sul, Turquia e União Européia.

hh/ja/cn

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