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FMI empresta US$ 16,5 bilhões à Ucrânia

O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou ontem que chegou a um acordo preliminar com a Ucrânia para um pacote de empréstimo de US$ 16,5 bilhões para aliviar os efeitos da crise financeira. Uma missão do FMI e autoridades ucranianas fecharam hoje um acordo, sujeito a aprovação da administração do FMI e da diretoria executiva, para um programa econômico apoiado por um empréstimo de US$ 16,5 bilhões sob um acordo stand-by de 24 meses, afirmou o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, em comunicado ao mercado.

Agência Estado |

"Considerações da diretoria serão feitas após a aprovação de mudanças legislativas do programa de resolução bancária da Ucrânia", acrescentou o Fundo.

O órgão sediado em Washington afirmou que seus funcionários em Kiev e as autoridades ucranianas chegaram a um acordo que irá tratar das necessidades do balanço de pagamentos criadas pelos efeitos combinado do colapso nos preços do aço e das turbulências nos mercados de crédito.

"O programa tem como objetivo ajudar a Ucrânia a voltar a ter estabilidade financeira e econômica, combatendo os problemas de liquidez e solvência do setor financeiro, amenizando os efeitos dos fortes choques externos e reduzindo a inflação", afirmou Strauss-Kahn.

Ele afirmou que o pacote é equivalente a 800% da cota ucraniana no Fundo. Cada país-membro do FMI tem uma cota baseada em seu tamanho na economia mundial e determina a quantia do empréstimo que pode receber. Sob o programa normal do FMI, os países podem receber até três vezes a sua cota. "A força do programa justifica o alto nível de seu acesso", afirmou Strauss-Kahn.

A crise financeira ressuscitou o FMI. Além do acordo com a Ucrânia, o Fundo Monetário também acertou a concessão de um empréstimo de US$ 2,1 bilhões à Islândia na semana passada. Após meia década praticamente sem clientes, o Fundo, de novo, se tornou credor de países que não conseguem empréstimos em outras instituições. Na porta do FMI, agora batem Paquistão, Bielo-Rússia, Hungria e talvez a Bolívia.

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