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FMI diz que crise torna inflação e deflação secundárias à economia

Madri, 15 dez (EFE) - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, descartou hoje que tanto a inflação quanto a deflação sejam uma ameaça na conjuntura atual e admitiu que o organismo está mais preocupado com o crescimento econômico.

EFE |

Após participar da conferência "Espanha no Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial: Cinqüenta anos de relação", que foi realizada em Madri, Strauss-Kahn reconheceu que há alguns meses havia riscos de inflação alta, mas que a situação mudou com a queda dos preços do petróleo e dos alimentos.

Segundo o diretor-gerente do FMI, a inflação atual é "muito baixa" e, embora "sempre haja riscos", a preocupação é "muito menor" do que há alguns meses.

Por outro lado, Strauss-Khan criticou que as previsões do FMI tenham sido qualificadas de "excessivamente pessimistas", quando o tempo provou que o organismo tinha razão.

O ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, Rodrigo de Rato, considerou que a maioria das soluções à crise atual devem ser "nacionais", porque é "pouco prático" esperar que todos os Governos acertem uma resposta conjunta, dada a "urgência e gravidade" atual.

"Não temos que nos enganar, por todos os lados vemos que os problemas são sincronizados, mas a maior parte de soluções devem ser nacionais, porque começar a discutir até que todos os Governos entrem em acordo parece-me pouco prático", ressaltou Rato.

Também disse que a crise atual pode ser uma das "ameaças mais graves da economia mundial dos últimos 50 anos".

Para ele, se a liquidez e a confiança não forem recuperadas, a ameaça de depressão mundial pode se transformar em realidade. EFE sgb/db

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