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FMI confirma acordo com Paquistão para empréstimo de US$ 7,6 bilhões

Washington, 15 nov (EFE).- O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, confirmou hoje que a entidade chegou a um princípio de acordo com o Paquistão para conceder empréstimos no valor de US$ 7,6 bilhões em 23 meses.

EFE |

Para que entre em vigor, o pacto deve ser ratificado pelo Conselho Executivo do FMI, que representa os 185 países-membros da organização.

"A gerência do FMI e as autoridades paquistanesas chegaram a um princípio de acordo sobre os elementos-chave de um programa econômico", disse Strauss-Kahn.

O conselheiro governamental de Finanças, Shaukat Tarin, tinha anunciado previamente o acordo, em entrevista coletiva no Paquistão.

Strauss-Kahn afirmou que o programa econômico estipulado tenta resolver as dificuldades "graves" no balanço de pagamentos do país asiático.

O diretor-gerente do FMI disse que o objetivo é restabelecer a confiança dos investidores em que serão resolvidos os desequilíbrios macroeconômicos, mediante um endurecimento da política fiscal e monetária.

Além disso, pretende proteger os pobres e preservar a estabilidade com uma rede de seguridade social, disse Strauss-Kahn.

Os fundos que o FMI colocará à disposição do Paquistão, se seu Conselho Executivo ratificar o pacto, representa 500% da contribuição do país à entidade.

A crise econômica também obrigou Islândia, Hungria e Ucrânia a recorrer ao FMI, que concordou em conceder-lhes créditos muito maiores que sua cota na entidade.

Além disso, Belarus negocia atualmente com o organismo para receber uma injeção de fundos.

Strauss-Kahn disse que o acordo anunciado hoje com o Paquistão faz parte de um pacote mais amplo que inclui contribuições de outras instituições multilaterais e bancos regionais de desenvolvimento, mas não deu mais detalhes. EFE cma/an

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