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FMI confirma abertura de investigação sobre Strauss-Kahn

O Fundo Monetário Internacional (FMI) abriu uma investigação sobre seu diretor-gerente, o francês Dominique Strauss-Kahn, como parte de um caso de suposto nepotismo vinculado a relações íntimas com uma subordinada, indicou neste sábado um porta-voz.

AFP |

Esta investigação foi lançada a pedido de Shakur Shaalan, que representa o Egito e outros países árabes no Conselho de Administração do FMI, "que teve eco em algumas acusações feitas no verão (hemisfério norte)", indicou William Murray, porta-voz do FMI.

Sem entrar em detalhes divulgados pelo Wall Street Journal, que mencionou relações íntimas entre Strauss-Kahn e Piroska Nagy, uma ex-alta funcionária de origem húngara do Departamento África do FMI, casada, o porta-voz indicou que "todas as acusações, e em particular as que envolvem a alta direção, são tomadas com extrema seriedade".

Shakur Shaalan "pediu a um conselho externo para conduzir uma investigação e determinar a validade dessas acusações", acrescentou Murray, para quem as conclusões serão reveladas "até o final do mês".

Os investigadores se perguntam se Strauss-Kahn incorreu em favorecimentos a Nagy em suas missões no FMI.

Em um comunicado, Strauss-Kahn indicou que dará seu "pleno respaldo" a essa investigação sobre "um incidente que ocorreu em minha vida privada em janeiro de 2008".

"Cooperei e sigo cooperando", acrescentou, afirmando: "jamais abusei de minha posição de diretor do Fundo".

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