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FMI adverte sobre o risco de contágio da crise dos suprimes

O Fundo Monetário Internacional (FMI) se declarou preocupado quanto ao risco de contágio da crise dos empréstimos hipotecários subprime para o resto da economia, através de uma deterioracão generalizada do crédito, em seu relatório sobre a estabilidade financeira publicado nesta segunda-feira.

AFP |

"Os mercados financeiros mundiais continuam frágeis e os indicadores de rsico sistêmico ainda são elevados", enfatiza o informe.

De fato, apesar de o essencial das perdas por empréstimos hipotecários de risco (subprime) hoje estar identificado, o risco se deslocou para outros créditos "sob o efeito da queda dos preços imobiliários e da desaceleração do crescimento econômico".

Os bancos continuam sob forte tensão por isso é muito difícil captar novos captais e o "risco de uma interação negativa entre o ajuste do sistema bancário e a economia real aumentou".

No que diz respeito aos bancos, o FMI avalia em 400 bilhões de dólares o total das desvalorizações contabilizadas até o presente por dívidas hipotecárias e títulos. O Fundo enfatiza que a fragilidade das bolsas e a persistência de casos de juros de mora nos empréstimos concedidos não dão "qualquer razã para modificar as estimativas de perdas totais" potenciais avalaidas em 945 bilhões de dólares em abril passado.

O FMI considera necessário conter a queda do setor imobiliário nos Estados Unidos para estabilizar o mercado, mas constata que "no momento nada permite afirmar que o fim da onda esteja à vista".

O Fundo por fim pede a reforma do funcionamento e controle dos organismos de refinanciamento hipotecário americano (Fannie Mae e Freddie Mac).

cg/fga/cn

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