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Fluxo cambial estava negativo em US$ 3,38 bi no mês até dia 21

BRASÍLIA - Reflexo direto do aprofundamento da crise de liquidez internacional, o fluxo de câmbio contratado no país em outubro estava negativo em US$ 3,386 bilhões até a última terça-feira, dia 21. De acordo com o Banco Central (BC), as pressões mais fortes foram de remessas de aplicações estrangeiras em ações e em renda fixa, além de remessas de lucros e dividendos das multinacionais.

Valor Online |

Dados divulgados hoje pela autoridade monetária mostram saídas de US$ 4,398 bilhões de investimentos externos em ações de companhias brasileiras, no mês até hoje. Até as aplicações em renda fixa (títulos públicos e privados) apresentavam fluxo negativo, em US$ 842 milhões.

Em lucros e dividendos, as filiais estrangeiras já remeteram às suas matrizes no exterior, também em outubro até hoje, o volume de US$ 1,123 bilhão.

Já as instituições financeiras, beneficiadas pelos leilões de dólares feitos pelo BC, elevaram suas reservas (posição comprada) para US$ 7,146 bilhões até o último dia 21, ante US$ 6,682 bilhões que fecharam em setembro.

Os dados sobre o fluxo cambial dos 15 primeiros dias úteis de outubro apontaram para contratos de exportação em US$ 8,835 bilhões (onde US$ 2,02 bilhões são adiantamentos de contrato de câmbio - ACC) e importações com US$ 7,321 bilhões. Assim, o saldo do câmbio comercial era positivo em US$ 1,514 bilhão no dia 21.

O câmbio financeiro mostrava ingressos nas diversas modalidades de captação externa, no valor de US$ 18,166 bilhões. Mas as saídas em pagamentos de compromissos no estrangeiro foram superiores às entradas, somando US$ 23,066 bilhões, de forma que o saldo desse segmento estava negativo em US$ 4,9 bilhões.

(Azelma Rodrigues | Valor Online)

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