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Fipe: alimentação e habitação determinam desaceleração do IPC

São Paulo, 17 - Os menores gastos com alimentação e habitação foram os principais responsáveis pela desaceleração da inflação do paulistano na segunda quadrissemana de dezembro comparativamente à primeira. Conforme informou hoje a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) encerrou o período em 0,13%, taxa 0,09 ponto porcentual abaixo da variação de 0,22% apurada na quadrissemana anterior.

Agência Estado |

O grupo Habitação, de maior peso na composição do IPC-Fipe, apresentou desaceleração, de 0,22% para 0,13%, refletindo principalmente a queda de 0,47% de serviços públicos, liderada pela queda de 1,01% da tarifa de energia elétrica. O segmento Equipamentos Domésticos fechou em queda de 0,46%, o de Equipamentos de Informática e Telefonia fechou em queda de 0,14% e o de Utilidades Domésticas em queda de 0,19%.

Já o grupo Alimentação, que encerrou a segunda quadrissemana com uma variação de 0,07% ante de 0,38% na pesquisa anterior, mostrou movimentos mais acentuados de altas e baixas. Os alimentos industrializados tiveram seus preços, na média, aumentados em 0,69% com os derivados da carne subindo 0,63%; os panificados, 0,20%; os doces, 0,28%; cafés, achocolatados e chás, 2,73% e farinhas, féculas e farinhas, 1,19%. Também tiveram seus preços majorados as carnes bovinas, 0,25%; alimentos in natura, 0,13%; legumes, 6,11% (tomate 33,37%); verduras, 0,67%; e alimentos fora do domicílio, 0,79%. Do lado das quedas, os destaques foram os óleos, 2,69%; semi-elaborados, 1,06%; carnes suínas, 0,63%; frango, 0,18%; arroz, 1,28%; feijão, 20,02%; frutas, 1,43%; limão, 25,68%; e ovos, 3,97%.

Dentro do grupo Despesas Pessoais, que saiu de uma variação de 0,51% para uma taxa de 0,57%, as altas ficaram por conta de fumos e bebidas (1,04%). As bebidas não-alcoólicas tiveram seus preços aumentados em 2,49%; as alcoólicas, em 0,24%; passagens para fora da cidade, em 0,23%; excursão, em 0,09%; e serviços pessoais, em 1,27%.

O grupo Saúde manteve na segunda quadrissemana a mesma variação de 0,24% da primeira coleta de preços em dezembro. As altas dentro deste grupo foram registradas nos contratos de assistência médica (0,52%), serviços médicos e laboratoriais (0,76%), médicos (0,23%), dentista (0,97%) e remédios e produtos farmacêuticos (0,31%).

No grupo Vestuário, com alta de 0,91% ante 0,41% no levantamento anterior, os reajustes foram bastante expressivos. Mas enquanto, as roupas de mulheres ficaram 0,88% mais caras, as dos homens ficaram 0,03% mais baratas. O subgrupo Calçados e Acessórios de Vestuário registrou aumento de 1,53%, com os calçados de mulheres e crianças subindo 3,45% e 0,63%, respectivamente, e os de homens caindo 1,20%.

No grupo Educação, as altas já começam a aparecer nas mensalidades dos cursos de idioma (0,64%), outros cursos (0,21%), material escolar (0,52%) e livros didáticos (0,19%).

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