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Você é uma mulher de negócios eficiente?

Responda ao teste para saber como está seu desempenho no universo dos empreendedores

iG São Paulo |

O aumento da presença das mulheres no mercado de trabalho ainda está em pleno curso no Brasil. Na esteira desse movimento, também tem crescido o número de empreendedoras, que ajudam a engordar os números de criação de novas empresas no País.

Com isso, iG e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP) elaboraram um teste para que as empreendedoras avaliem se são eficientes em suas atividades. O Sebrae já tem até um prêmio destinado a mulheres empreendedoras, que chega neste ano à sétima edição e tem inscrições abertas até o dia 15 de setembro.

Um fenômeno já percebido pelos especialistas é que as mulheres empreendedoras têm preferência por atividades no setor terciário, que engloba os serviços. "Isso é interessante porque o consumo tem se diversificado no País. Por outro lado, é um setor em que a concorrência é muito grande", diz Pedro João Gonçalves, consultor de planejamento do Sebrae-SP. "É preciso estar bem preparada".

No Estado de São Paulo, as mulheres já respondem por 35% dos novos emprendimento abertos formalmente. Segundo o Sebrae, das micro e pequenas empresas do Estado, 37% são conduzidas por mulheres que empreendem sem empregados e 29% por empreendedoras que têm funcionários. A projeção para 2015, contudo, é que esses números passem a 45% e 35%, respectivamente. "E podemos até dizer que a projeção é comservadora", afirma Gonçalves.

A pesquisa internacional Global Entrepreneurship Monitor (GEM), que monitora anualmente o movimento dos novos empreendimentos, mostra que, no Brasil, as mulheres já são mais empreendedoras que os homens. Segundo o levantamento, divulgado em abril deste ano com dados referentes a 2009, dos empreendedores brasileiros, 53% são mulheres e 47%, homens.

Não é só nas empresas de menor porte que o público feminino tem ampliado sua presença. Segundo estudo do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), coordenado pela economista Regina Madalozzo, em um universo de 370 empresas analisadas, 7,8% têm mulheres como principais executivas.

O mesmo estudo mostra que, no fim da década de 70, o número de mulheres em postos de trabalho era inferior a 30%, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2007, o universo subiu para 50%. A diferença salarial entre homens e mulheres, que era de 33% em 1978, passou aos atuais 15,4%.

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