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Finanças Pessoais
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Previdência privada: atenção às taxas cobradas pelos planos

Consumidor deve negociar as taxas e se não houver acordo, deve usar a portabilidade, diz especialista

AE |

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A popularização dos planos de previdência como forma de poupança de longo prazo exige uma cuidadosa análise antes da escolha. A opinião é de Antonio Penteado de Mendonça, advogado especializado em legislação securitária e articulista do JT. Para Mendonça, o interessado precisa estar atento às formas de tributação e às taxas de administração e de carregamento cobradas pelos planos.

Segundo ele, no sistema chamado de tributação regressiva, quem faz saques antes de cinco anos do início do plano paga 35% de Imposto de Renda na fonte sobre os rendimentos. A alíquota tem redução a cada cinco anos de plano, chegando a 10% após dez anos de aplicação ativa. "As pessoas que não têm certeza se poderão poupar durante pelo menos três anos devem buscar outras alternativas", sugere.

Mendonça ressalta que outro ponto importante está no custo administrativo. Ele indica que a taxa de administração e a taxa de carregamento juntas não devem exceder 4% ano, o que poderia comprometer o rendimento do plano. De acordo com o advogado, o custo administrativo de alguns planos chegam a 6% ao ano. "Quanto maior o valor maior o impacto no rendimento, por isso o ideal seria algo em torno de 2%."

Segundo Mendonça, o consumidor deve negociar as taxas e se não houver acordo, deve usar a portabilidade, isto é, a migração do plano para outra instituição sem custo. A única obrigação é manter a mesma categoria de plano, PGBL ou VGBL.

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