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Fiesp defende corte rápido de cinco pontos na taxa Selic

SÃO PAULO - Um corte na taxa Selic na próxima semana é crucial para evitar maiores danos á atividade econômica e, segundo Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) poderia gerar economia para investimentos. Com cinco pontos percentuais a menos, algo como R$ 70 bilhões deixariam de ser pagos em juros (da dívida) e (o dinheiro) poderia ser usado em investimentos, disse Skaf. O dirigente evitou indicar um nível de redução para o juro básico na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira que vem, mas avalia que uma taxa anual de 8% a 8,75% ao ano não seria um problema.

Valor Online |

"Quanto maior e mais rápida a redução, mais saudável para o Brasil. A taxa de 13,75% (ao ano) é absurda", afirmou. Ele chegou a defender, inclusive, que o colegiado deveria cortar na quarta-feira, adotar um viés de baixa e reduzir novamente a Selic antes da reunião de março.

Assim como a necessidade de redução da carga tributária e da flexibilização das leis trabalhistas, o corte do custo do dinheiro também conta com apoio unânime do grupo de cerca de 30 grandes empresários que compõem o Conselho Estratégico da Fiesp.

Eles se reuniram hoje na sede da entidade, em São Paulo, mas não falaram com a imprensa ao final do encontro. Estiveram presentes, entre outros, os presidentes da Vale, da Embraer, do grupo Votorantim, da Gol e da Gradiente.

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