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FGV vê início de processo gradativo de desaceleração de taxas mensais de inflação

RIO - O coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), Salomão Quadros, acredita que está em curso um processo de desaceleração das taxas mensais dos índices gerais de preços calculados pela instituição. Anunciado hoje, o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de junho subiu 1,89%, contra 1,88% em maio.

Valor Online |

É o início de um processo desaceleração, mas haverá ainda muitos impactos de alta. A desaceleração virá de forma muito gradativa, diz Quadros, que considera o nível de estabilização elevado.

Em 12 meses, o IGP-DI acumula alta de 13,96%, a maior taxa para este tipo de comparação desde os 15,78% de outubro de 2003. Quadros afirma ainda que a inflação em 12 meses deve crescer no mês que vem, já que em julho do ano passado o IGP-DI ficou em apenas 0,37%.

O economista acredita que a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) este ano deverá ficar próxima do teto da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 6,5%.

Quadros alega que o núcleo do IPC-DI (componente do IGP-DI), que ficou em 0,44% em junho e atingiu 3,75% em 12 meses, deixa claro a força da inflação. A inflação está perto de chegar no limite superior da meta (6,5%) e há uma chance de que chegue ou até supere este nível nos próximos dois ou três meses, diz Quadros.

Para o economista, é necessário que se concentre forças para que se evite o enraizamento inflacionário. O importante não é o aspecto psicológico de se cumprir ou não a meta, mas sim que a passagem por esses números seja temporária e que a inflação volte para os trilhos no futuro, afirma.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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