O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) de até 15 de novembro subiu 0,56%, segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No índice anterior, de até 7 de novembro, o indicador havia registrado alta de 0,58%.

A leve desaceleração mensurada pela taxa do IPC-S foi influenciada por elevações de preços menos intensas em quatro das sete classes de despesa usadas para cálculo do índice. Entre as desacelerações mais expressivas estão movimentações de preços em Vestuário (de 0,98% para 0,95%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,49% para 0,42%); Transportes (de 0,14% para 0,13%); e Alimentação (de 1,16% para 1,06%).

A FGV ressaltou que o grupo dos alimentos, mais uma vez, foi destaque no cálculo do índice. No período, houve desacelerações de preços expressivas em frutas (6,93% para 5,73%), arroz e feijão (2,50% para 0,68%) e carnes suínas (2,20% para 1,22%).

Já os outros grupos apresentaram aceleração de preços, ou deflação mais fraca, no mesmo período. É o caso de Habitação (de 0,39% para 0,41%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,21% para 0,39%); e Despesas Diversas (de -0,21% para -0,17%).

Ao analisar a movimentação de preços entre os produtos, no âmbito do IPC-S de até 15 de novembro, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou que as mais significativas altas de preço no varejo foram apuradas em limão (25,66%); mamão da amazônia - papaia (24,68%); e alcatra (7,85%). Já as mais significativas quedas de preços foram registradas nos preços de cenoura (-19,31%); manga (-23,28%); e cebola (-16,82%).

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