A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,76% até a quadrissemana encerrada em 22 de abril, ante taxa apurada no IPC-S anterior, referente à quadrissemana finalizada em 15 de abril, de 0,80%. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a principal contribuição para a desaceleração da taxa do IPC-S foi dada pelo grupo Alimentação (que passou de 2,36% na quadrissemana de até 15 de abril para 2,02% no indicador até 22 de abril), com destaque para produtos como hortaliças e legumes (de 9,64% para 7,19%) e frutas (de -1,07% para -1,83%).

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) desacelerou para 0,76% até a quadrissemana encerrada em 22 de abril, ante taxa apurada no IPC-S anterior, referente à quadrissemana finalizada em 15 de abril, de 0,80%. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a principal contribuição para a desaceleração da taxa do IPC-S foi dada pelo grupo Alimentação (que passou de 2,36% na quadrissemana de até 15 de abril para 2,02% no indicador até 22 de abril), com destaque para produtos como hortaliças e legumes (de 9,64% para 7,19%) e frutas (de -1,07% para -1,83%). O grupo Educação, Leitura e Recreação (0,30% para 0,18%) também registrou desaceleração, sob impacto da deflação mais acentuada no item passagem Aérea (-1,45% para -4,47%).

Por outro lado, apresentaram aceleração ou deflação menos intensa os grupos Vestuário (de 0,45% para 0,93%), Transportes (de -0,45% para -0,29%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,50% para 0,61%), Despesas Diversas (de 0,00% para 0,02%) e Habitação (de 0,25% para 0,26%). Os destaques dos acréscimos nas taxas de variação, entre os itens pesquisados, ficaram com roupas (0,25% para 0,97%), álcool combustível (-12,32% para -11,06%), medicamentos em geral (0,59% para 1,27%), vinho (-1,30% para -0,54%) e profissionais para reparos de residência (0,16% para 0,54%).

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