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FGV: alimentos puxaram deflação da baixa renda

Um cenário de preços mais baratos dos alimentos foi o principal responsável pela deflação de 0,32% apurada em agosto pelo Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com base nas despesas de consumo das famílias com renda de um a 2,5 salários mínimos mensais (de R$ 415 a R$ 1.037,50).

Agência Estado |

Segundo o economista da FGV André Braz, os preços dos alimentos caíram 1,35% em agosto, ante taxa positiva de 0,98% registrada em julho.

Das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC-C1, três apresentaram desacelerações de preços, na passagem entre julho e agosto. Além do grupo dos alimentos, que registrou deflação, é o caso de Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,97% para 0,22%) e Transportes (de 0,02% para variação zero).

Já as outras quatro classes de despesa registraram aceleração ou queda mais fraca de preços. É o caso de Habitação (de 0,6% para 0,72%); Vestuário (de -0,73% para -0,33%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,05% para 0,26%) e Despesas Diversas (de 0,35% para 1,2%).

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