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FGV: alimentos fazem inflação subir entre os mais pobres

Rio, 5 - A inflação voltou a pressionar a renda dos mais pobres. É o que mostra o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), calculado com base nas despesas de consumo das famílias com renda de 1 a 2,5 salários mínimos mensais (de R$ 415,00 a R$ 1.

Agência Estado |

037,50), e que subiu 0,66% em outubro, após registrar queda de 0,57% em setembro, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A principal contribuição para o retorno à inflação entre os mais pobres partiu da movimentação dos alimentos, que voltaram a subir de preço. Segundo a FGV, o grupo alimentação saiu de uma queda de 1,65% para uma alta de 1,01% no período.

Os principais destaques entre os alimentos foram as mudanças de comportamentos de preços em arroz e feijão (-3,55% para 3,58%), frutas (2,32% para 6,36%), carnes bovinas (0,74% para 4,10%), pescados frescos (-1,74% para 1,97%) e hortaliças e legumes (-10,46% para -2,15%).

Segundo a fundação, das sete classes de despesa pesquisadas para cálculo do índice, seis apresentaram fim de deflação ou aceleração de preços, de setembro para outubro. Além do grupo dos alimentos, é o caso de Habitação (de 0,24% para 0,33%); Vestuário (de 0,43% para 1,89%); Saúde e Cuidados Pessoais (de -0,08% para 0,29%); Educação, Leitura e Recreação (de -1,03% para 0,20%) e Transportes (de variação zero para alta de 0,01%). A única classe de despesa a apresentar desaceleração de preços, no período, foi a de Despesas Diversas (de 1,45% para 0,54%).

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