São Paulo - A Vale informa ter recebido da Administração Estadual de Meio Ambiente do Estado de Sergipe (Adema) licença prévia para o projeto de extração de potássio no Estado. O documento, emitido após análise de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) elaborados pela Vale, permitirá a implantação do empreendimento, chamado "Projeto Carnalita", a partir do beneficiamento de rocha carnalítica.

São Paulo - A Vale informa ter recebido da Administração Estadual de Meio Ambiente do Estado de Sergipe (Adema) licença prévia para o projeto de extração de potássio no Estado. O documento, emitido após análise de Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) elaborados pela Vale, permitirá a implantação do empreendimento, chamado "Projeto Carnalita", a partir do beneficiamento de rocha carnalítica. O início da operação está previsto para 2014. "Se os estudos de viabilidade econômica em curso forem aprovados, será instalada uma unidade industrial com uma produção inicial estimada em torno de 1,2 milhão de toneladas anuais de cloreto de potássio", diz a companhia, em comunicado. A mineradora tem intenção de reduzir a dependência da importação de fertilizantes pelo Brasil e de se tornar um dos principais produtores mundiais de fertilizantes nos próximos sete anos. Em janeiro passado, a Vale anunciou aquisição dos ativos de fertilizantes da Bunge no Brasil e das ações da Fosfertil. Em Sergipe, a mineradora opera também a mina de Taquari-Vassouras. Há ainda projetos de fosfato e potássio no Peru, Argentina e Canadá.
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