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Férias na Fiat e na GM não são sinal de crise interna, diz Anfavea

SÃO PAULO - O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Jackson Schneider, afirmou que as férias coletivas anunciadas pela GM e pela Fiat não têm relação com efeitos no país da crise financeira internacional. Segundo ele, o mercado interno não dá sinais de ter sido afetado pela turbulência externa.

Valor Online |

O presidente da associação explicou que, no caso da Fiat, 2 mil funcionários receberam férias para cumprir a legislação trabalhista. "As férias desses trabalhadores eram para ter sido dadas em julho mas, por conta do aquecimento do mercado, foram adiadas e agora concedidas", afirmou. Segundo ele, o impacto é marginal sobre a produção, afetando apenas uma linha de produção da montadora.

No caso da GM, o executivo afirmou que o desaquecimento da demanda de países compradores, especialmente África do Sul, México e Argentina levou a montadora a anunciar férias coletivas e interromper algumas linhas. "Esse problema, porém, nada tem a ver com o mercado interno, que não apresenta problemas", afirmou.

Segundo ele, embora outubro tenha apenas três dias em registro na Anfavea, os dados da associação mostram que a demanda tem crescido no setor. "Essa fotografia mostra que ainda não tivemos nenhum impacto no mercado interno por conta do cenário externo", afirmou.

(José Sergio Osse | Valor Online)

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