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Fed poderia adquirir dívida não assegurada de companhias, diz jornal

Washington, 7 out (EFE).- O Governo dos Estados Unidos considera um plano radical sob o qual o Federal Reserve (Fed, banco central americano) adquiriria grandes quantias da dívida a curto prazo, não assegurada, com a qual as empresas financiam suas atividades, afirmou hoje o jornal The New York Times.

EFE |

O jornal, que não mencionou a fonte de sua informação, disse que, "se isso ocorresse, o banco central (dos EUA) estaria mais perto do que nunca de dar empréstimos diretamente às empresas".

O Federal Reserve jamais fez esse financiamento e, segundo analistas, não tem atribuições legais para fazer empréstimos sem garantias, de modo que seria necessária a participação do Departamento do Tesouro como fiador contra qualquer perda.

Um comunicado emitido ontem pelo Fed indicou que o banco central "e o Tesouro estão consultando os participantes do mercado sobre as maneiras de fornecer apoio adicional para os mercados de fundos, não assegurados, de curto prazo".

"A medida poderia colocar em risco mais dinheiro dos contribuintes, mas revela o sentido de urgência que afeta os responsáveis políticos em um clima no qual o crédito, virtualmente, secou", acrescentou o diário.

O "New York Times" indicou que a Administração do presidente americano, George W. Bush, considera as medidas "para reativar o motor do sistema financeiro", enquanto continuam caindo os valores nos mercados financeiros globais e a crise bancária se estendeu à Europa.

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos é de quase US$ 14 trilhões e para que o Fed pudesse influenciar eficazmente em um sistema dessa magnitude precisaria intervir com centenas de bilhões de dólares. EFE jab/an

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