Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Fed inicia reunião de dois dias sobre política monetária

Washington, 27 jan (EFE).- O Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve começou hoje dois dias de reuniões sobre política monetária, embora os mercados só esperem novidades no diagnóstico sobre a conjuntura econômica, uma vez que o crédito já foi barateado quase até o seu limite.

EFE |

O Comitê, que dirige a política monetária dos Estados Unidos, anunciará sua decisão sobre as taxas de juros na quarta-feira, às 17h15 (horário de Brasília).

Pela primeira vez desde que o Federal Reserve (Fed) começou a divulgar suas metas sobre taxas de juros interbancários, os mercados não aguardam ansiosos a decisão: elas já não podem mais cair e ninguém crê que aumentem.

Segundo relatório do Banco do Federal Reserve de St. Louis, a base monetária, que é a matéria-prima da moeda, aumentou mais do que o dobro nos último ano e nos quatro meses passados cresceu ao correspondente a um ritmo anual de quase 618%.

As reservas ajustadas subiram de US$ 100 bilhões para US$ 950 bilhões desde setembro, o que representa, segundo o Fed, uma taxa anual de crescimento de quase 63.000%.

O montante em circulação é agora 10,4% maior do que o de um ano atrás, segundo dados do Federal Reserve.

Desde setembro de 2007 a Reserva reduziu a taxa básica de juros de curto prazo de 5,5% a uma margem entre 0% e 0,25%, uma generosidade para os consumidores que teria causado um impacto substancial se os Estados Unidos não estivessem em uma recessão prolongada.

As condições são favoráveis para que se mantenha a mesma política monetária tão generosa: os preços de consumo em todo 2008 aumentaram apenas 0,2%, segundo os números preliminares do Departamento de Trabalho.

A inflação, historicamente a preocupação central do Fed, não se acelerou embora o Governo já tenha destinado US$ 350 bilhões em socorro a instituições financeiras.

O Governo americano conta com outros US$ 350 bilhões para o sistema bancário, enquanto o Congresso estuda outra medida de US$ 825 bilhões em reduções tributárias e gastos públicos propostos pelo novo presidente Barack Obama para tentar reanimar a economia. EFE jab/jp

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG