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Fed é destaque em semana cheia

A semana que passou trouxe dados divergentes sobre a economia dos Estados Unidos. De um lado, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) se mostrou mais vigoroso no 2º trimestre do que no 1º e do que nos últimos três meses do ano passado.

Agência Estado |

De outro, a taxa de desemprego subiu de 5,6% em junho para 5,7% em julho, o maior nível desde o início de 2004. Nesse ambiente, a volatilidade continuou dominando os negócios.

A julgar pela agenda de eventos e indicadores, o vaivém deve manter-se intenso esta semana. No exterior, o destaque é a reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), amanhã. A expectativa dos analistas é de que a taxa básica de juros do país seja mantida em 2% ao ano, justamente por causa da fraqueza econômica. Há, também, indicadores de atividade, como as encomendas à indústria em junho, que saem hoje.

No Brasil, dois indicadores de inflação concentram as atenções: o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) de julho, na quarta-feira (dia 6), e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) também de julho, na sexta. Os analistas esperam que o primeiro tenha subido 1,1% e o segundo, 0,55%, no mês passado. O IPCA é o índice que baliza as metas de inflação no Brasil.

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