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Falta de mão de obra acelerou contratações

Precisamos de 200 soldadores prontos. Busquem.

Agência Estado |

" A ordem, segundo o diretor-administrativo e de Recursos Humanos, Gérson Peluci, foi dada pelo presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Angelo Bellelis, no fim de novembro do ano passado, diante do curto prazo para atender às encomendas da Transpetro e do casco da Plataforma P-55 da Petrobrás.

Sem mão de obra qualificada, o estaleiro se encarregou de formar, em seu Centro de Treinamento (CT) soldadores, montadores, eletricistas, pintores, encanadores navais e caldeireiros. Não foi suficiente. Era preciso gente experimentada, com urgência.

O primeiro dos 22 navios petroleiros contratados pela Transpetro (subsidiária da Petrobrás) dentro do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) - um Suezmax com capacidade para transportar 1 milhão de barris - deve ser lançado ao mar no fim deste mês. No total, serão 10 navios Suezmax e 5 Aframax, na primeira etapa do Promef, e sete aliviadores - quatro Suezmax DP e três Aframax DP - na segunda etapa.

A ideia de recrutar mão de obra brasileira no Japão surgiu tão rápida quanto a sua execução. No dia 13 de dezembro, a coordenadora de Recursos Humanos, Márcia Marques, desembarcava na cidade de Toyohasi, um dos maiores polos navais do Japão. Foi constatado que muitos brasileiros - com ou não ascendência japonesa - que migraram para aquele país estavam voltando, sobretudo por causa da crise econômica internacional.

A intenção do estaleiro já havia sido divulgada pela internet e durante dez dias ela entrevistou, ouviu, propôs, fez apresentação da empresa adicionada de informações sobre Pernambuco. Márcia volta ao Japão em abril. O objetivo é contratar, neste primeiro momento, 200 soldadores.

"No futuro, vamos ser lembrados como o princípio da colônia japonesa na região metropolitana do Recife", acredita Gérson Peluci, convicto de que a ação irá produzir bons frutos, aliando a disciplina e produtividade dos estaleiros japoneses à criatividade brasileira.

O estaleiro representa hoje um investimento de R$ 1,6 bilhão. Emprega 3,7 mil funcionários, número que pode chegar até 4,5 mil no fim do ano.

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