Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Falco discorda que proposta da Oi represente monopólio privado

O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, contestou a avaliação do futuro presidente da Telebrás, Rogério Santanna, de que a proposta da empresa para massificar os serviços de banda larga no País representaria a formação de um monopólio privado. "São variações do mesmo tema.

AE |

O presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, contestou a avaliação do futuro presidente da Telebrás, Rogério Santanna, de que a proposta da empresa para massificar os serviços de banda larga no País representaria a formação de um monopólio privado. "São variações do mesmo tema. Tem áreas que vai ter uma operadora só e tem áreas que vão ter mais operadoras. Os mercados são muito diferentes", disse Falco, após sair de reunião com a ministra chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, e outros presidentes de operadoras, na qual o governo apresentou o Plano Nacional de Banda Larga. "Achei bacana. Tem várias iniciativas legais", disse Falco, sem tecer outros comentários sobre o programa do governo. O diretor executivo da Associação Brasileira de Telecomunicações, Eduardo Levy, fez questão de frisar, após o encontro, que as operadoras privadas estão interessadas em participar da execução do Plano Nacional de Banda Larga. "Há uma vontade comum de atender à universalização da banda larga. Estamos dispostos, vamos participar e discutir sempre as divergências que tivermos", disse Levy. Entre as próprias operadoras, existem avaliações distintas sobre as necessidades de cada setor, como a telefonia fixa e as empresas de telefonia celular. O presidente da Oi não soube avaliar se é possível oferecer a banda larga a R$ 15,00, como sugere o governo para produtos mais populares com conexão mais limitada. "É preciso fazer as contas", disse Falco. Esse serviço seria oferecido pelas redes da telefonia celular, com desoneração para o modem e isenção da cobrança de fundos setoriais, como o Fust e o Fistel. O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, disse que é preciso avaliar o impacto econômico dessas medidas para ver qual será o impacto no preço final do produto. "Tem que detalhar e ver o que vai acontecer com a publicação do decreto", disse ele sobre o decreto presidencial que será publicado na próxima semana com os detalhes do plano.

Leia tudo sobre: iG

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG