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Fairfield Greenwich é processada por não ter protegido dinheiro a Madoff

Nova York, 23 dez (EFE).- A firma Fairfield Greenwich Group, que confiou US$ 7,5 bilhões ao gestor Bernard Madoff, foi processada diante de um tribunal de Nova York por seus investidores, que consideram que não cuidou convenientemente de seu dinheiro.

EFE |

A companhia de propriedade de Walter Noel disse que investiu através do fundo de investimento Greenwich Sentry US$ 220 milhões com Madoff, que foi detido em 11 de dezembro, acusado de ter montado uma fraude que poderia alcançar os US$ 50 bilhões.

A entidade também confiou US$ 7,3 bilhões de seu fundo Fairfield Sentry à gestão deste reputado financeiro americano que durante anos ofereceu uma alta rentabilidade a todo o dinheiro que chegava a suas mãos.

No entanto, ele mesmo confessou que chegou um momento em que essa rentabilidade não era conseguida através de inteligentes estratégias de investimento na Bolsa de Valores, mas de um sistema de pirâmide pelo qual utilizava os fundos novos que iam chegando para pagar os juros dos clientes mais antigos.

No início do mês, e depois que a crise forçou alguns de seus clientes a retirar seus fundos e diminuir novas entradas de dinheiro, Madoff não foi capaz de continuar pagando os juros que, em teoria, estava conseguindo e confessou ao FBI que tinha montado um sistema de US$ 50 bilhões.

Uma das entidades que confiou mais dinheiro a Madoff, que se encontra sob prisão domiciliar e vigiado 24 horas, foi a Fairfield Greenwich, cujos clientes acusam agora a firma na Corte Suprema do estado de Nova York, em Manhattan, de não haver zelado convenientemente por seus interesses.

Segundo o processo, os investidores consideram que os sócios da entidade não cumpriram sua responsabilidade fiduciária e enriqueceram injustamente com seus fundos.

O processo apresentado foi feito sob o formato de denúncia coletiva, por isso está aberta à incorporação de pessoas que se considerarem na mesma situação. EFE mgl/an

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