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Fabricante chinesa negocia acordo no Brasil

O melhor lugar para construir uma fábrica de semicondutores é onde já existe uma fábrica de semicondutores. A frase resume a posição do consultor Eduardo Chakarian, do Monitor Group, em relação ao desenvolvimento desse setor no Brasil, principalmente quando se considera o estágio avançado de produção atingido por países asiáticos.

Agência Estado |

Na opinião dele, a fábrica de semicondutores que a Symetrix e o Grupo Damha pretendem construir em São Carlos, interior de São Paulo, só amenizará a dependência do Brasil em relação às importações se for o primeiro passo para a criação de um complexo mais amplo, que contemple formação de mão-de-obra qualificada e a instalação de outras indústrias complementares. "No caso de semicondutores, é muito difícil ter apenas uma fábrica isolada", diz. Como os investimentos exigidos são altíssimos, a escala é que torna viável a operação das indústrias.

O presidente da SMIC, Richard Chang, acredita que o Brasil pode desenvolver a indústria de semicondutores, mas defende que o primeiro passo seja a construção de fábricas de montagem e teste, um estágio anterior ao da fabricação de chips."Começar essa indústria requer muito esforço. O melhor é iniciar montagem e teste. O processo de colocar o chip em um suporte traz muita experiência", disse.

A SMIC negocia uma parceria com o Synergy Group, empresa especializada em fazer intermediação de negócios entre os dois países. Chang planeja dar apoio tecnológico à empresa, enquanto o presidente da Synergy, Paul Ji, prevê investir US$ 30 milhões em uma fábrica de montagem de produtos com semicondutores fornecidos pela SMIC. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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