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Exxon Mobil bate lucro recorde em 2008

Nova York, 30 out (EFE).- A Exxon Mobil alcançou o lucro mais alto na história de uma empresa americana, tanto no terceiro trimestre, quando lucrou US$ 14,83 bilhões, quanto nos nove primeiros meses do ano, acumulando US$ 37,4 bilhões.

EFE |

Em relação a 2007, o lucro aumentou 58% no terceiro trimestre e 29% no acumulado de janeiro a setembro.

No terceiro trimestre do ano passado, a Exxon Mobil havia lucrado US$ 9,41 bilhões e, da janeiro a setembro de 2007, um total de US$ 28,95 bilhões.

O lucro por ação nos nove primeiros meses de 2008 passou de US$ 5,15 para US$ 7,11, um avanço que a que firma atribuiu aos elevados preços dos combustíveis.

No terceiro trimestre, o lucro por ação foi de US$ 2,86, mas sem verbas especiais, esse número se reduziria a US$ 2,59. Ambas as quantidades estão acima dos US$ 2,38 que previam os analistas.

A empresa com sede em Irving (Texas, EUA) faturou até setembro US$ 392,663 bilhões, um aumento de 36,6% a relação aos nove primeiros meses de 2007, quando teve receita de US$ 287,91 bilhões.

A maior petrolífera privada do mundo teve faturamento bruto no terceiro trimestre de US$ 137,737 bilhões, o que representa um aumento de 34,6% em relação ao mesmo período de 2007, no qual faturou US$ 102,337 bilhões.

O petróleo do Texas, que se negociava no início do terceiro trimestre a US$ 140,97 por barril, durante esse período alcançou um preço recorde de US$ 147,27, embora tenha terminado em US$ 100,64.

Por outro lado, no terceiro trimestre de 2007, o óleo cru começou com uma cotação de US$ 71,09 por barril e fechou a US$ 81,66.

Os altos preços do petróleo no terceiro trimestre de 2008 compensaram o impacto dos furacões "Gustav" e "Ike" no litoral do Golfo do México.

Mesmo assim, a Exxon Mobil espera que seus lucros do quarto trimestre caíam US$ 500 milhões devido ao custo dos consertos em suas instalações do Golfo do México após a passagem desses furacões.

As ações de Exxon Mobil caíam hoje US$ 0,45 (-0,6%) até os US$ 74,2 após a abertura da Bolsa de Nova York. EFE bj/jp

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