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Exportações da UE ao Brasil crescem 21%, diz Eurostat

Bruxelas, 18 jul (EFE).- As exportações dos países da União Européia (UE) para o Brasil subiram 21% nos cinco primeiros meses de 2008 em relação ao mesmo período do ano passado, afirmou hoje a Eurostat, o escritório estatístico comunitário.

EFE |

As exportações para a Rússia e para a China também sofreram uma forte alta, de 28% e 25%, respectivamente, enquanto as vendas aos Estados Unidos caíram 3% e ao Japão 2%.

No que diz respeito à balança comercial da Zona do Euro, a região acumulou um déficit nos cinco primeiros meses do ano de 13,2 bilhões de euros, frente a um superávit de 2,1 bilhões no mesmo período de 2007, afirmou o escritório.

Segundo os dados apresentados hoje, este saldo negativo foi resultado de exportações de 648,3 bilhões de euros (8% a mais que no período entre janeiro e maio de 2007) e importações de 661,6 bilhões (11% a mais).

No conjunto da UE, o déficit comercial subiu para 104 bilhões de euros no período janeiro-maio, 27% a mais que no mesmo período do ano passado.

As vendas para o exterior nos 27 países-membros da UE representaram uma receita de aproximadamente 534,7 bilhões de euros (8% a mais que o período entre janeiro e maio de 2007), e as importações geraram uma despesa de 638,7 bilhões (11% a mais).

Somente em maio, os países da região registraram um déficit comercial de 4,6 bilhões de euros, frente a um superávit de 1,4 bilhão no mesmo mês do ano anterior. Os 27 tiveram um déficit de 21,5 bilhões (46% a mais).

A informação de maio ainda é provisória, mas a Eurostat também divulgou hoje dados detalhados sobre a composição da balança comercial até abril.

Nos quatro primeiros meses do ano, o déficit energético aumentou tanto na Zona do Euro (41%, para 99,7 bilhões de euros) quanto na UE (46%, para 118,7 bilhões).

No entanto, o superávit derivado da troca de maquinaria e veículos cresceu 15% na Eurozona, para 62,7 bilhões de euros, e 42% na UE, para 34 bilhões.

Quanto a produtos químicos, o superávit alcançou 31,1 bilhões de euros nos países de moeda única (aumento de 6,5%) e 26,1 bilhões nos 27 países-membros (1,9% a mais).

Do ponto de vista das importações, as procedentes da Rússia subiram 28%, da Noruega 24%, da China 4%, e dos EUA 1%.

Entre janeiro e abril, o superávit comercial dos 27 países-membros com os EUA caiu 13,7%, para 21,5 bilhões, mas também diminuiu o déficit com a China (2,4%, para 48,9 bilhões).

Por outro lado, aumentou significativamente o déficit com a Rússia, que pulou para 26%, aos 24,5 bilhões de euros.

A respeito da situação dos Estados-membros, o Reino Unido voltou a acumular nos quatro primeiros meses do ano o déficit mais intenso (44,6 bilhões de euros), seguido de Espanha (34,3 bilhões), França (19,5 bilhões) e Grécia (11,9 bilhões).

No extremo contrário ficou a Alemanha, que registrou nos quatro meses um superávit de 69,1 bilhões de euros, seguida por Holanda e Irlanda, com 15,2 bilhões e 8,3 bilhões, respectivamente. EFE rcf/fh/mh

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