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Exportação brasileira de soja cresce quase 30%, divulga Secex

São Paulo, 01 - As exportações brasileiras de soja e derivados tiveram um forte desempenho em volume e receita no mês de julho, de acordo com dados divulgados hoje pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O Brasil exportou 3,984 milhões de toneladas de soja em grão, 12,4% mais que as 3,544 milhões de toneladas embarcadas em junho e 28,8% mais que as vendas do mesmo período do ano passado, que totalizaram 3,093 milhões de toneladas.

Agência Estado |

O resultado confirma a forte demanda internacional no período e reflete os problemas externos em outros fornecedores, como na Argentina, onde as exportações foram prejudicas pelo conflito entre governo e produtores, e nos Estados Unidos, que têm os mais baixos estoques de soja de sua história.

A receita dessas vendas alcançou US$ 1,092 bilhão, aumento de 26,3% ante US$ 1,506 bilhão em junho e crescimento de 121,3% sobre o resultado de julho de 2007, de US$ 859,6 milhões. O preço médio da tonelada vendida - US$ 477,5 - subiu 15% ante junho (US$ 425) e 111,7% ante os US$ 278 do ano passado.

Nos derivados, mercado em que a Argentina é o maior exportador mundial, as exportações também foram importantes. Os embarques de farelo, de 1,386 milhão de toneladas, aumentaram 11,28% ante junho (1,245 milhão de toneladas) e 13% ante julho (1,226 milhão de toneladas) do ano passado. A receita foi de US$ 536,5 milhões, aumento de 20% ante US$ 446,6 milhões no mês anterior e 98% mais que os US$ 271,2 milhões de julho de 2007. O preço médio subiu 9,7% ante junho e 89% ante julho do ano passado para US$ 387 por tonelada.

Os embarques de óleo de soja em julho alcançaram 266,2 mil toneladas, 106% mais que as 129,3 mil toneladas embarcadas em junho e 38% mais que as 193 mil toneladas vendidas em julho de 2007. A receita foi de US$ 319 milhões, o dobro dos US$ 159 milhões de junho e 133% mais que os US$ 136,8 milhões de julho do ano passado. O preço médio foi o único a ceder dentre os três itens do complexo: queda de 2,8% para US$ 1.199 por tonelada, ante US$ 1.234 em junho. Na comparação com julho do ano passado - US$ 709 a tonelada - houve aumento de 69%.

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