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Mantega: Vamos continuar gerando emprego

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje, ao ser questionado sobre as medidas que estariam em estudo para combater o desemprego, que o País ainda vai continuar gerando empregos. Ele acrescentou que, em breve, o governo deve anunciar medidas garantir o crescimento econômico.

Agência Estado |

Com isso, crescem as apostas de queda na taxa de juros.

Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento para janeiro de 2010, o mais negociado hoje, apontava queda de 0,13 ponto percentual, para 13,70%. Já o contrato para janeiro 2011 fechou com perda de 0,10 ponto, para 14,13%. E janeiro 2012 apontava 14,12%, também desvalorização de 0,10 ponto.

Na ponta curta, o contrato para janeiro de 2009 registrava baixa de 0,03 ponto, para 13,52%. Julho de 2009 caía 0,14 ponto, projetando 13,69%.

Até as 16h15, antes do ajuste final de posições, foram negociados 350.620 contratos, equivalentes a R$ 30,45 bilhões (US$ 12,57 bilhões), montante 31% menos que o registrado ontem. O vencimento de janeiro de 2010 foi o mais negociado, com 147.625 contratos, equivalentes a R$ 12,68 bilhões (US$ 5,31 bilhões).

Para o presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef-SP), Walter Machado de Barros, o Banco Central deve alterar o viés de política monetária, mas isso só deve acontecer no começo de 2009.

Para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que acontece na semana que vem, Barros prevê manutenção da taxa Selic em 13,75% ao ano. "O BC tem uma política conservadora e só faz mudança de rumo em situações limite. A postura ainda é de observação."
Segundo o especialista, o cenário que se desenha para o ano que vem beira o quadro de recessão. O setor produtivo, que já revia seus planos de expansão em função da escassez de crédito, vai encontrar também uma acentuada queda na demanda.

Para Barros, o setor produtivo começa a dar sinais de crise de confiança, com a desaceleração de atividade em alguns setores levando outros segmentos a tomar medidas preventivas. A questão se agrava com as demissões, que por ora estão concentradas nos segmentos mais relacionados ao cenário externo, mas devem atingir outros setores, como o automotivo..

"No primeiro trimestre do ano que vem, a realidade vai ser tão cinzenta que aí sim o Banco Central vai começar a se mexer", avalia.

Somando evidências à percepção de freada brusca na economia durante o quarto trimestre, a Anfavea apontou que a produção de veículos caiu 34% em novembro em comparação com outubro, maior queda mensal desde 1990. Sobre novembro do ano passado, a retração foi de 28%.

Os investidores também receberam novas indicações da desaceleração no setor industrial. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o nível de utilização da capacidade instalada caiu de 83,4% em setembro para 82,9% em outubro, em termos dessazonalizados. Ainda de acordo com a CNI, as vendas reais recuaram 0,2% em outubro perante setembro.

Na gestão da dívida pública, o Tesouro Nacional vendeu todo o lote de 1 milhão de LFTs que colocou a disposição do mercado. Na oferta de LTN, das 1,1 milhão de letras ofertadas, 975 mil foram tomadas, movimentando R$ 853 milhões. O resultado é parcial, pois não inclui o resultado da operação especial realizada à tarde.

(Eduardo Campos | Valor Online)

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