Calisto Tanzi, ex-dono do grupo italiano Parmalat, cuja quebra em 2003 deixou um rombo de 14 bilhões de euros, foi condenado nesta quinta a dez anos de prisão por um tribunal de Milão (norte), anunciou a imprensa local.

Na segunda-feira, a promotoria havia pedido 13 anos de prisão para Calisto Tanzi, alegando que não deveria se beneficiar de circunstâncias atenuantes.

O fundador da Parmalat era processado por manipulação de cotações na Bolsa, cumplicidade na falsificação de balanços com auditores de contas e obstrução às auditorias.

Esse é o primeiro julgamento no caso da bancarrota do gigante do setor de alimentos, um dos maiores escândalos financeiros dos últimos anos na Europa.

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