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Eurogrupo rejeita proposta de Sarkozy de aumentar freqüência de reuniões

Bruxelas, 3 nov (EFE) - Os países da zona do euro não apóiam a proposta do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de aumentar a freqüência dos encontros de líderes da área, disse hoje o líder do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, que também é primeiro-ministro e ministro das Finanças de Luxemburgo.

EFE |

Juncker considerou que seria "pouco útil" institucionalizar esse tipo de encontros, mas admitiu que pode ser interessante celebrá-los "de vez em quando".

O Eurogrupo é agora um fórum informal ao qual recorrem os ministros de Finanças das nações da União Européia (UE) que fazem parte do euro e que se reúne habitualmente uma vez ao mês, na véspera dos Conselhos de Ministros de Finanças dos 27 países-membros (Ecofin).

Após o sucesso da reunião extraordinária na qual os líderes dos países da moeda única pactuaram uma estratégia conjunta perante as turbulências financeiras, o presidente francês afirmou que, dada a magnitude dos desafios enfrentados pela economia européia, as reuniões do Eurogrupo deveriam ter a máxima categoria.

Sarkozy se ofereceu, inclusive, para presidir esse fórum até 2010.

Mas, hoje, Juncker - que preside o Eurogrupo desde janeiro de 2005 e que em setembro foi reeleito para outros dois anos mais no posto - deixou claro que "não haverá uma estrutura permanente de chefes de Estado".

O primeiro-ministro luxemburguês lembrou, entre outras coisas, que a chanceler alemã, Angela Merkel, reiterou em várias ocasiões que o presidente "natural" de qualquer formação do Eurogrupo seria o próprio Juncker. EFE epn/db

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