Os gastos de consumo das residências americanas registraram queda pelo quinto mês consecutivo em novembro, o que não acontecia desde 1959, com redução de 0,6% em relação a outubro.

No entanto, a baixa é inferior às previsões dos analistas, que esperavam um retrocesso de 0,8% no consumo.

As rendas dos lares retrocederam pela primeira vez desde julho, uma queda de 0,2% em novembro, segundo o departamento do Comércio. Os analistas previam uma estabilidade em comparação ao mês anterior.

Com a redução do consumo maior que a da renda, as residências mostraram prudência ante a crise, poupando dinheiro. A taxa de poupança teve forte alta, de 2,8% (contra 2,4% em outubro), o maior nível desde maio.

O índice dos preços vinculados aos gastos de consumo das residências (PCE), referência para a política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano), retrocedeu em novembro 1,1% em relação ao mês anterior, depois de uma queda de 0,5% em outubro.

mj/fp

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.