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EUA também querem reforma do setor financeiro

O subsecretário de assuntos internacionais do Tesouro dos Estados Unidos, David McCormick, afirmou que seu país apóia a adoção das reformas que definirão a nova arquitetura financeira internacional. Apesar disso, ele não deu detalhes sobre que tipo de mudança deveria ocorrer no Fundo Monetário Internacional (FMI) e no Banco Mundial, entidades cujas sedes ficam em Washington.

Agência Estado |

"O FMI já exerce um papel de supervisão (financeira). Compete à instituição determinar como deve alocar da maneira mais adequada seus recursos e pessoal para atender a esses desafios", frisou.

Segundo ele, a reunião dos chefes de Estado do G-20, que ocorrerá no próximo fim de semana em Washington, deverá ser bem-sucedida no que se refere à apresentação de propostas. "Há muito trabalho para ser feito em várias áreas, como transparência, melhoras na gestão de controle de riscos e a adoção de regras mais convergentes (entre os países)", comentou. "O importante é que seja desenhado um road map (caminho) das reformas, que serão importantes para que isso (a crise) não ocorra novamente."

McCormick destacou que os EUA também são favoráveis à maior participação dos países emergentes nas decisões relativas às reformas financeiras internacionais, um pleito defendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que tem a concordância da França, como foi manifestado ontem pela ministra da Economia, Indústria e Trabalho da França, Christine Lagarde.

"Ouvi a proposta de maior participação do G-20, que tem um papel muito importante, pois representa uma grande parcela da economia mundial", disse o subsecretário americano.

McCormick afirmou que Washington reconhece que grande parte da crise que está ocorrendo nos mercados financeiros mundiais está vinculada a "desafios relacionados aos EUA".

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