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EUA: rendimento de bônus do Tesouro a curtíssimo prazo se aproxima de zero

O rendimento dos bônus do Tesouro a quatro semanas e a três meses, obrigações a curtíssimo prazo emitidas pelo Estado federal americano, despencou nesta quarta-feira, aproximando-se de zero, segundo dados disponíveis.

AFP |

Os bônus do Tesouro a quatro semanas era negociado nesta quarta-feira com um rendimento de 0,245%, e os com vencimento de três meses com rendimento de 0,112%. Na sexta-feira, essas taxas eram de 1,51% e 1,46%.

Segundo dados disponíveis no site do Fed, que chegam a 1954, o precedente mais baixo do bônus a três meses era de 0,77%, em 27 de junho de 1958.

Os bônus do Tesouro a quatro semanas foi criado em 2001, e seu precedente mais baixo datava de 22 de abril deste ano, a 0,71%.

Esta queda dos rendimentos se explica pela corrida dos investidores por títulos mais seguros possíveis, em um contexto de crise generalizada de confiança e de temores sobre a solidez das instituições financeiras.

Este movimento do mercado permite que o Estado federal se refinancie a um custo extremamente vantajoso, num momento em que incrementa sua dívida ao colocar sob seu controle os organismos de refinanciamento hipotecário Fannie Mae e Freddie Mac e nacionalizar a seguradora AIG.

hh/ap

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