Segundo o Departamento do Trabalho americano, país fechou 54 mil postos no mês; analistas esperavam corte de 110 mil vagas

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A economia norte-americana cortou 54 mil vagas de emprego em agosto, informou hoje o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos. O número foi inferior à mediana da previsão dos economistas, de corte de 110 mil postos. O dado de julho foi revisado para um corte de 54 mil vagas de trabalho, ante o cálculo anterior de corte de 131 mil vagas. A economia dos EUA reduziu a oferta de trabalho durante os três últimos meses.

O setor privado criou 67 mil novos postos de trabalho em agosto, após oferecer 107 mil vagas em julho. As empresas de manufatura cortaram 27 mil empregos em agosto, após a criação de 34 mil vagas em julho. Já a oferta de emprego no setor público, que inclui os governos estaduais e municipais, caiu em 121 mil vagas, incluindo a dispensa de 114 mil temporários contratados anteriormente para participar da pesquisa do Censo 2010 e a dispensa de trabalhadores de governos estaduais que enfrentam limitações orçamentárias.

O número de norte-americanos desempregados há mais de seis meses caiu para 42% em agosto, de 45% em julho. O ganho médio por hora trabalhada subiu US$ 0,06 em agosto, para US$ 22,66. A média de horas trabalhadas na semana ficou inalterada em 34,2 horas.

A taxa de desemprego nos Estados Unidos subiu para 9,6% em agosto, de acordo com o Departamento do Trabalho do país. O resultado era esperado pelos economistas. Nos dois meses anteriores a taxa havia permanecido em 9,5%. As informações são da Dow Jones.

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