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EUA já demitiram mais de 1 milhão

A empresa de consultoria americana Challenger, Gray & Christmas informou que as grandes companhias dos Estados Unidos anunciaram 181.671 demissões em novembro, maior número desde janeiro de 2002.

Agência Estado |

Com isso, o número de demissões anunciadas em 2008 superou a marca de 1 milhão, o que não acontecia desde 2005.

Segundo a Challenger, o número de demissões anunciadas cresceu 61% em novembro, em relação às 112.884 anunciadas em outubro. É o maior número de demissões anunciadas num único mês desde os 248.475 de janeiro de 2002.

No ano, até novembro, foram anunciadas 1.057.645 demissões, pouco menos do que as 1.072.054 de 2005, último ano em que o número de demissões ultrapassou o milhão. A Challenger observou que o setor financeiro anunciou 91.356 cortes em novembro, enquanto a indústria automobilística, 96.333 demissões.

Outro indicador negativo, divulgado ontem, foi a contração em novembro na atividade no setor de serviços nos EUA, pelo segundo mês consecutivo e a um ritmo mais rápido que em outubro, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM). O índice de atividade nesse setor da economia foi de 37,3 pontos em novembro, ante os 44,4 pontos de outubro e aos 42 pontos esperados pelos economistas.

A queda mensal é a maior registrada até agora e deixa esse índice no menor nível desde que, em 1997, o indicador começou a ser medido, explicou a entidade em comunicado de imprensa.

Um índice superior a 50 pontos reflete um avanço generalizado da atividade nas empresas do setor e se ficar abaixo desse nível, denota uma contração.

Anthony Nieves, analista do ISM, afirmou que os comentários coletados na pesquisa mensal "refletem preocupação" quanto ao tempo que a economia demorará a se estabilizar. Dos 18 subsetores considerados para elaborar o índice de atividade, só um, o de saúde, refletiu um aumento da atividade. EFE
As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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