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EUA e Holanda lideram Investimentos Estrangeiros Diretos no Brasil

São Paulo, 2 jul (EFE).- Estados Unidos e Holanda alternam na atual década a liderança dos Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) no Brasil, revelou um relatório divulgado hoje pela Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet).

EFE |

A pesquisa, feita com dados do Banco Central (BC), foi divulgada nesta quarta-feira, e conta com a lista dos 20 principais investimentos estrangeiros diretos no Brasil desde 2001.

Entre 2001 e 2006, empresas dos Estados Unidos investiram US$ 22,518 bilhões no Brasil, ratificando a liderança que tinham até 2000, quando o IED americano acumulava US$ 24,5 bilhões.

A Espanha, que até 2000 ocupava a segunda posição, com US$ 12,253 bilhões, caiu para o terceiro lugar na década, com US$ 7,853 bilhões no período 2001-2006 e US$ 3,609 bilhões no acumulado entre 2007 e os cinco meses primeiros de 2008, período que está sujeito a uma verificação oficial.

Entre 2001 e 2006, o segundo lugar passou a ser ocupado pela Holanda, com US$ 21,117 bilhões. O país pulou para o primeiro lugar entre janeiro de 2007 e maio de 2008, com US$ 9,838 bilhões.

Apesar do domínio dos países "tradicionais" nos investimentos no Brasil até 2000, na atual década o destaque foi a aparição, nos últimos meses, de Colômbia e Áustria, e a reaparição do Chile dentro do grupo dos 20 principais investidores.

A Colômbia, com investimentos no valor de US$ 201 milhões, com destaque para os setores elétrico e editorial, ocupa o 18º lugar na classificação de IED no Brasil entre janeiro de 2007 e maio de 2008, lista em que a Áustria, com US$ 163 milhões, aparece em 20º.

O Chile, com US$ 812 milhões investidos no Brasil nos últimos meses, voltou ao "Top 20", após ter estado ausente entre 2001-2006, e ter ocupado o 18º lugar no acumulado até 2000, com US$ 180 milhões.

Dos países que constavam na lista até 2000, o único que deixou de aparecer no ranking na atual década foi a Finlândia, que há oito anos ocupava a 17ª posição, com US$ 181 milhões.

Esse comportamento, segundo o relatório, foi reflexo das condições econômicas favoráveis do Brasil, com controle da inflação, valorização da moeda local, independência do Fundo Monetário Internacional (FMI) e queda na taxa de desemprego.

Também influenciaram, segundo o relatório, a retomada do crescimento e o grau de investimento dado ao país por algumas das principais agências de qualificação de risco do mundo. EFE wgm/gs

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