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EUA dizem que Gustav não danificou plataformas petrolíferas

Washington, 2 set (EFE).- As autoridades americanas afirmaram hoje que não há sinais visíveis de danos nas plataformas de petróleo e gás no Golfo do México, e calcularam que em duas semanas será possível retomar o nível de produção anterior ao furacão Gustav.

EFE |

Os primeiros vôos de reconhecimento indicam que as plataformas aparentemente se salvaram do impacto de "Gustav", mas novas avaliações no local, que acontecerão amanhã, vão dar uma imagem mais clara sobre possíveis danos, explicou o secretário do Interior, Dirk Kempthorne, em coletiva de imprensa.

Na quarta-feira, helicópteros levarão membros das empresas de petróleo e gás às plataformas para que possa realizar as inspeções necessárias.

De qualquer forma, "poucos danos" nas plataformas estão previstos, afirmou Kempthorne, que disse que passará pelo menos uma semana até que "algumas" companhias possam retomar seu trabalho, e pelo menos duas até que se aproximem de 100% de sua produção.

A razão da demora da volta à normalidade são as precauções de "segurança e ambientais" a serem tomadas, afirmou o secretário.

De acordo com Kempthorne, 100% da produção petrolífera (1,3 milhão de barris por dia) e 95% da de gás natural foram suspensas por causa de "Gustav".

As companhias retiraram funcionários de 632 plataformas de produção (88,2% do total) e de 110 instalações de perfuração (91%).

Mais de 1,4 milhão de pessoas permanecem sem eletricidade na Louisiana e serão necessárias semanas até que os consumidores possam voltar a sua normalidade, sobretudo com a aproximação de "Hanna", a décima tempestade tropical da temporada de furacões do Atlântico.

"Temos que observar esta (tempestade) muito de perto", afirmou o diretor da Agência Federal para a Gestão de Emergências (Fema, na sigla em inglês), David Paulison.

"Estamos lidando com uma grande tempestade no golfo", disse Paulison, que destacou, no entanto, que também estão preparados para se movimentar para a costa Atlântica caso "Hanna" se torne uma ameaça para Flórida, Geórgia ou Carolinas. EFE cae/rb/rr

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