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EUA começam a cumprir o acordo com o Brasil

O governo Barack Obama ignorou as reclamações do Congresso dos Estados Unidos e começou a cumprir o acordo com o Brasil. A partir de amanhã, estão suspensos os pagamentos do programa de garantia de crédito à exportação agrícola previstos para este ano.

AE |

O governo Barack Obama ignorou as reclamações do Congresso dos Estados Unidos e começou a cumprir o acordo com o Brasil. A partir de amanhã, estão suspensos os pagamentos do programa de garantia de crédito à exportação agrícola previstos para este ano. Ontem, senadores americanos afirmaram que mudanças nos subsídios só poderiam ocorrer em 2012.<p><p>O Departamento de Agricultura dos EUA informou que os produtores têm até o meio-dia de hoje para garantir empréstimos nas condições atuais. Segundo comunicado do órgão, os recursos voltarão a ser oferecidos, mas com novos juros. Dos US$ 5,5 bilhões previstos para 2010, os EUA liberaram US$ 2,8 bilhões até o início da semana. É a primeira medida concreta dos americanos para modificar os subsídios após o acordo selado com o Brasil na segunda-feira. Os EUA se comprometeram a suspender o programa enquanto negociam com os brasileiros juros menores e prazos mais curtos para o financiamento da exportação agrícola.<p><p>Se realmente mudarem o programa, os americanos vão desestimular a exportação, o pode elevar as vendas brasileiras de algodão, soja, carne de frango e carne suína - produtos em que o Brasil concorre com os EUA no mercado. O programa de garantia à exportação vale para todas as commodities agrícolas. "O Congresso estava ameaçando, mas os americanos fizeram o que haviam prometido", disse Pedro de Camargo Neto, ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e mentor do painel do algodão. <p><p>O governo brasileiro adiou para 22 de abril a retaliação contra produtos americanos. Se tudo caminhar bem, mais 60 dias serão concedidos para chegar a um acordo definitivo. A Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou o Brasil a retaliar, depois que os EUA se recusaram a tirar os subsídios considerados ilegais pelo órgão em um processo vencido pelo País. As informações são do jornal <b>O Estado de S. Paulo.</b>
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