Os Estados Unidos querem estruturar e supervisionar o mercado de contratos contra risco de quebra de devedores (Credit Default Swaps, CDS), anunciou nesta sexta-feira o departamento do Tesouro americano.

Ainda obscuros para grande parte dos investidores, os CDS (Credit Default Swaps) são tipos de derivativo de crédito ganharam cada vez mais espaço nos últimos anos. Surgiram em meados da década de 1990, tendo sido popularizadas principalmente em países desenvolvidos.

Esses derivativos de crédito podem ser classificados como uma forma de proteção contra a inadimplência. No geral, o que acontece é um contrato entre duas partes: a primeira, que pode ser uma instituição financeira que compra proteção para sua carteira de crédito, e a outra, por exemplo, uma seguradora de títulos, vende essa proteção. Assim, o risco de default, ou não cumprimento das obrigações, é transferido do credor para o vendedor do CDS.

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