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EUA aprovam empréstimo de US$ 25 bi a montadoras

O Congresso dos Estados Unidos aprovou no sábado uma lei que libera quase US$ 630 bilhões para financiar o governo federal até março de 2009, incluindo US$ 25 bilhões em empréstimos de baixo custo para as montadoras americanas em dificuldades. O Senado aprovou a medida, sobre uma base bipartidária, por 78 votos a favor e 12 contra.

Agência Estado |

Acordo Ortográfico A lei havia passado facilmente pela Câmara dos Representantes no início da semana, por 370 votos a favor e 58 contra, e agora seguirá para a Casa Branca para sanção do presidente George W. Bush.

A administração Bush não expressou seu apoio à medida, mas parlamentares de ambos os partidos no Congresso indicaram que eles esperam que o presidente sancione a lei.

Se Bush não sancionar a lei até a meia-noite de amanhã, o governo federal vai fechar. A lei é necessária porque os legisladores não conseguiram passar a maioria das 12 leis de gastos que eles precisam aprovar todos os anos para assegurar a continuidade das operações do governo federal.

As montadoras e fornecedoras de autopeças vão usar os empréstimos para revitalizar fábricas antigas, produzir veículos híbridos e outros modelos eficientes no uso de combustível. Os empréstimos deverão beneficiar principalmente as três grandes fabricantes de Detroit - General Motors, Ford e Chrysler - que enfrentam dificuldades financeiras e deverão economizar centenas de milhões de dólares tomando empréstimos a taxas abaixo das praticadas pelo mercado.

Os críticos do plano, principalmente de linha conservadora, compararam os empréstimos a um socorro concedido pelo governo para empresas de Wall Street, afirmando que o pacote é mais um exemplo de dinheiro do contribuinte colocado em risco para ajudar um setor em dificuldades.

Mas os favoráveis ao pacote afirmam que o empréstimo irá preservar empregos e reduzir a dependência do país em relação ao petróleo importado. Um porta-voz da GM disse que o dinheiro "não poderia vir numa época mais crítica", tendo em vista as restrições nos mercados de crédito e a capacidade limitada das companhias de tomar recursos a taxas razoáveis.

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