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EUA anunciam a quebra de mais dois bancos

Outros dois bancos regionais foram fechados pelas autoridades americanas e seus depósitos foram assumidos por outros bancos concorrentes, segundo comunicado do órgão regulador (FDIC) difundido neste sábado.

Redação com agências |

 

O County Bank, com sede em Merced (Califórnia, oeste), tinha 1,7 bilhão de dólares em ativos e administrava 1,3 bilhão de dólares em depósitos.

Outro banco californiano, o Westamerica Bank de San Rafael, aceitou pegar os depósitos e as 39 agências do banco quebrado serão reabertas nesta segunda-feira sob o nome Westamerica Bank, indicou a FDIC.

Além disso, o Alliance Bank, com sede em Culver City, também na Califórnia, foi fechado pelas autoridades. Seus ativos chegavam a 1,14 bilhão de dólares e administrava depósitos totais de 951 milhões de dólares, que serão assumidos pelo California Bank and Trust, de San Diego (Califórnia). As cinco agências do Alliance Bank abrirão segunda-feira com o nome de California Bank and Trust.

Plano econômico

O plenário do Senado dos Estados Unidos debaterá neste sábado durante cerca de quatro horas o plano de estímulo econômico, depois que um grupo de republicanos e democratas alcançou um princípio de acordo a respeito, mas a votação só ocorrerá na terça-feira, no mínimo.

O líder dos democratas no Senado, Harry Reid, marcou neste sábado um voto de procedimento para segunda-feira à tarde, passo prévio para a decisão final sobre o plano.

Isso significa que, se os republicanos não colocarem objeções, a votação final seria na terça-feira.

A ratificação do plano abriria as negociações entre o Senado e a Câmara de Representantes (Câmara Baixa) para harmonizar as versões do plano de estímulo aprovadas por cada órgão.

Essas conversas deverão ser difíceis, pois os projetos de lei diferem em aspectos importantes, como o montante total de dinheiro destinado aos estados que tiveram que despedir funcionários e cortar serviços públicos por causa da crise.

Mesmo assim, os líderes democratas querem ter o documento pronto antes de 16 de fevereiro, data que tinha sido marcada como objetivo pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

O caminho para chegar a essa meta foi preparado na noite desta sexta, quando negociadores dos dois partidos alcançaram um princípio de acordo no Senado, após tirarem cerca de US$ 110 bilhões de despesas e cortes tributários do projeto de lei inicial.

Com isso, o texto atual contempla usar cerca de US$ 827 bilhões de dólares em dois anos para tentar reaquecer a economia americana, que está em recessão desde 2007.

O pacote inclui reduções de impostos temporários, incentivos econômicos para a compra de casas e automóveis, e um aumento do seguro-desemprego e para a aquisição de planos de saúde, e de ajudas alimentícias para os pobres.

Os democratas contam com 58 votos no Senado, frente aos 41 dos republicanos, mas precisam de 60 cadeiras para superar um possível bloqueio do voto com táticas dilatórias por parte do partido da oposição.

O princípio de acordo da sexta-feira garantiu três votos republicanos, o que garante a aprovação do pacote se não houver dissidentes entre os democratas.

(*Com informações da AFP e Agência Estado)

 

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