O governo terá de rever o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel para que a produção tenha acesso ao crescente mercado mundial dos biocombustíveis. A conclusão é de estudo divulgado ontem pela consultoria Tendências, para quem há distorções no modelo atual que podem culminar em barreiras não-tarifárias.

Atualmente, grande parte da produção vem da soja, gerando competição com a oferta de alimentos, preocupação recorrente nos países desenvolvidos. "Apesar da boa vontade, o programa não está indo na direção correta", diz a coordenadora do relatório, a consultora Amaryllis Romano.

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