O Brasil recebeu em 2008 uma injeção de US$ 122,6 milhões com os gastos de estrangeiros participantes de eventos no Brasil. A estimativa foi feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) a pedido da Embratur.

A pesquisa ouviu 5.163 participantes estrangeiros que participaram de dez eventos no Brasil entre o final de 2007 e 2008. Cada um deles gastou em média US$ 285,1 por dia, contabilizando hospedagem, alimentação e compras. Os setores de maior impacto são os de roupas, calçados e joias.

No Rio, que vai sediar as Olimpíadas de 2016, os gastos médios dos estrangeiros são maiores: US$ 395,35. Para a presidente da Embratur, Jeanine Pires, os resultados mostram o potencial de impacto na economia de grandes eventos e servem de parâmetro para os benefícios que eventos esportivos como as Olimpíadas e a Copa do Mundo de 2014 trarão para o País.

Para Jeanine, a perspectiva dos eventos esportivos tornou-se um elemento a mais de atratividade para eventos de associações corporativas e de negócios no Brasil. Em 2008, o País alcançou a sétima posição no ranking mundial na realização de eventos internacionais, elaborado pela organização internacional International Congress and Convention Association (ICCA). Foram 254 eventos distribuídos em 45 cidades. São Paulo lidera o ranking, com 75 eventos em 2008, o primeiro lugar das Américas. O Rio, na 36ª posição, é a segunda cidade do País na realização deste tipo de evento: foram 41 em 2008.

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