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Estímulo à criação foi a inovação maior

Estímulo à criação foi a inovação maior Por Jocelyn Auricchio São Paulo, 14 (AE) - Uma das maiores surpresas da Tokyo Game Show foi a forma como o público reagiu a conceitos que, em outras épocas, não atrairiam tanta atenção. O componente de rede social dos consoles de videogame foi levado muito a sério pelos fabricantes.

Agência Estado |

A Microsoft mostrou pela primeira vez na Ásia a nova interface do Xbox 360, que conta com avatares. Os bonequinhos digitais, muito mais complexos que os avatares do Wii, conquistaram no ato os japoneses. Os avatares são uma das apostas da Microsoft para conquistar terreno no difícil mercado japonês, quase impenetrável para empresas ocidentais.

A Sony mostrou uma versão mais avançada do seu PlayStation Home, uma espécie de Second Life orientado a games. Muito mais elaborado do que o sistema de avatares dos outros consoles, o Home permite que as pessoas criem verdadeiras vidas digitais, com direito a casa, carro, roupas e objetos de decoração. Talvez pela complexidade excessiva, a reação do público não foi tão calorosa.

Mesmo com a recepção fria do público, a Sony mostrou um trunfo imbatível. Little Big Planet (veja ao lado), um game aparentemente simples, causou frisson com suas ferramentas de criação de personagens e fases. Além de criar seu próprio jogo, com um visual bastante original, o jogador pode reunir amigos pela rede e experimentar as fases que construiu com vários amigos, conversando em tempo real.

A indústria de games está estimulando cada vez mais a criação de conteúdo pelos usuários, uma tendência cada vez maior na internet, e pouco a pouco uma realidade dentro dos jogos. Dentro desse espírito, a Microsoft mostrou a nova versão de Banjo Kazooie, que estimula que os jogadores criem veículos para os personagem e os troque pelo serviço online do Xbox 360.

CONTROLE MENTAL - Imagine controlar um jogo apenas com o pensamento. O que era ficção científica até pouco tempo foi uma realidade na Tokyo Game Show. A empresa NeuroSky, que desde 2005 tem um projeto de controle por ondas mentais, tirou o fôlego dos visitantes da feira ao mostrar um minigame feito pela Square-Enix - a empresa responsável pela série Final Fantasy - usando seu peculiar controle.

Com um fone de ouvido especial na cabeça, os jogadores puderam destruir demônios e andar pela tela sem usar as mãos.

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