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Quem entra na Casa da Bóia, na Rua Florência de Abreu, no centro, sente-se em outra época. Mais precisamente no século 19.

Quem entra na Casa da Bóia, na Rua Florência de Abreu, no centro, sente-se em outra época. Mais precisamente no século 19. Isso porque a loja tombada como patrimônio histórico mantém a mesma aparência que tinha em 1898, quando foi levantada pelo imigrante sírio Rizkallah Jorge Tahan. Mérito de Mario Rizkallah, neto do fundador e atual dono. Desde 1997, Mário se esforça para restaurar o imóvel. Começou desembolsando R$ 40 mil para dar um tapa na fachada, cujos adornos estavam caindo. Depois, empolgou-se e gastou-se outros R$ 160 mil para reformar prateleiras, desenhos do teto e paredes e criar um pequeno museu nos fundos, com visitas agendadas.

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