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Espírito Santo sai na frente em pré-sal

Apesar das comemorações pelo início da produção do pré-sal no Espírito Santo, o governo ainda trabalha na definição de novas regras para o setor, que devem impactar apenas novos contratos de exploração no País. A jazida do pré-sal no Espírito Santo está em área concedida à Petrobrás antes do fim do monopólio estatal, cujo contrato deve ser mantido, segundo promessa do governo.

Agência Estado |

As discussões sobre novas regras devem se ater a áreas ainda não concedidas e que, portanto, pertencem à União. A idéia é evitar a licitação de blocos em regiões de baixo risco exploratório, como o entorno das descobertas de Tupi e Carioca, na Bacia de Santos, por exemplo.

É para essas áreas que as atenções do setor estão voltadas. No entanto, a Petrobrás continua explorando o potencial do pré-sal nas Bacias de Campos e do Espírito Santo. A opção pelo litoral capixaba para iniciar a produção de descobertas abaixo do sal deve-se à existência de infra-estrutura instalada na região, ao contrário do que ocorre em Santos.

Em Jubarte, a Petrobrás apenas conectou um poço do pré-sal na plataforma P-34, que já produzia petróleo de jazidas localizadas acima da camada de sal no campo. Para Tupi, que fica em região ainda sem produção, a mais de 300 km da costa, teve de encomendar uma plataforma no mercado internacional, que chega ao País em 2009.N.P.

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