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Ericsson Brasil: crise não atinge País, mas é preciso ser flexível

Embora descarte que a crise financeira mundial traga impactos ao País, a nova presidente da Ericsson Brasil, Fatima Raimondi, disse que hoje que orientação da matriz da empresa sueca é ter flexibilidade e ser adaptável a qualquer transformação que eventualmente aconteça no mercado. O Brasil não sofreu impacto (da crise financeira) em 2008 e não vejo impacto no próximo ano.

Agência Estado |

Mas isso não significa que não devemos estar atentos", afirmou a executiva, dizendo que numa situação como esta é melhor ser conservador.

O fato de a empresa de origem sueca ter operações em várias partes do globo, segundo ela, é uma forma de atenuar riscos. "Além do mais, as telecomunicações ajudam as empresas a lidar com problemas econômicos na medida em que podem reduzir custos."

A executiva assumiu hoje o comando da Ericsson no País. É a primeira vez que um brasileiro exerce este posto. Antes desta função, Raimondi era presidente da Ericsson para a região sul da América Latina, que compreende Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai. A engenheira, que iniciou sua carreira no grupo em 1982, como estagiária, também presidiu a Ericsson Portugal.

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