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Equador une companhias para concorrer na telefonia móvel

Quito, 6 ago (EFE).- O Governo do Equador criará este ano uma empresa pública para concorrer no fornecimento de serviços de telefonia móvel com as duas gigantes multinacionais que operam no país, informaram nesta quarta-feira fontes oficiais.

EFE |

Walter Guerra, presidente da Pacifictel, companhia estatal de telefonia fixa no litoral, indicou que sua empresa vai se juntar à Andinatel (da serra andina) e à Alegro, a única pública de telefonia móvel, para concorrer com as multinacionais Porta, do magnata mexicano Carlos Slim, e Movistar, do grupo espanhol Telefónica.

Guerra disse à emissora de TV "Canal Uno" que, no máximo em outubro, as três companhias públicas se unirão em uma só, para poder concorrer com as operadoras estrangeiras, que anunciaram planos de expansão no Equador.

A união das três empresas estatais permitirá à telefonia pública "concorrer e não ser arrasada por estas poderosas empresas que operam no Equador", disse o presidente da Pacifictel.

"A fusão já está em andamento e, possivelmente, em setembro ou outubro as três empresas estarão unidas", acrescentou o funcionário, depois de indicar que a nova empresa pública nasceria com um capital de US$ 1,5 bilhão e mais de dois milhões de usuários.

No entanto, Guerra advertiu que existem alguns problemas nas três empresas estatais, como o excesso de pessoal e, no caso da Alegro, com "muitas perdas financeiras". EFE fa/mh

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