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Equador se protege de possíveis embargos por moratória na dívida externa

O Equador protegeu seus depósitos no exterior dos eventuais embargos que pode enfrentar por ter declarado a moratória de parte de sua dívida externa alegando supostas ilegalidades, anunciou o governo.

Redação com AFP |

"Estamos cuidando de nossos recursos, estamos cuidando há algum tempo. Nós os protegemos e isto é o mais importante, podem ficar tranqüilos", afirmou o ministro de Política, Ricardo Patiño.

O Brasil é uma das vítimas em potencial da moratória do Equador.

O ministro da Casa Civil, Fernando Bustamante, foi outro que enfatizou que "os bens dos equatorianos estão protegidos".

O presidente do Equador, Rafael Correa, declarou na sexta-feira a moratória de 39% dos créditos representados nos bônus Global com vencimento em 2012, 2015 e 2030, sob a alegação de ilegalidades na contratação ou renegociação no fim dos anos 90.

Os Global equivalem a 39% do total da dívida pública equatoriana, que em outubro chegou a 9,937 bilhões de dólares, que representam 19% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo o Banco Central.

No sábado, o presidente equatoriano anunciou que pedirá uma redução "muito importante" da dívida internacional de seu país.

"Queremos apresentar uma proposta na qual reconheceremos o valor da dívida, mas um valor muito inferior a esses 3,8 bilhões de dólares que supostamente devemos, apesar de já termos pago muito mais do que isso", declarou Correa neste sábado em seu discurso semanal na rádio e na televisão.

Os créditos bancários envolvidos representam 3,8 bilhões de dólares, ou seja, 39% da dívida pública externa do Equador.

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